Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece.
Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
“Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A quem ousar amar...
Amor...
Alguns poetas dizem ser bicho traiçoeiro, causador das mais complexas, estranhas, doloridas e avassaladoras emoções. Certamente os historiadores dirão que por causa dele reinos foram invadidos, princesas foram seqüestradas, famílias de nobres e plebeus se misturaram ou foram divididas. Outros tantos, quem sabe mais desiludidos ou decepcionados, já alegam não existir o amor e usam a desculpa científica de classificá-lo apenas como um conjunto de combinações químicas e hormonais que evoluiu a fim de garantir a preservação da espécie humana e tentam se livrar desta euforia de amar a todo custo.
Seja como for, aos teimosos e corajosos que ousarem enfrentá-lo, e também a quem ainda tem medo ou dúvidas, tenho algumas considerações a fazer...
Já fui vítima tanto de amar de mais, como de amar de menos. Já fui pego de surpresa com medo de não ser amado e também de não estar amando. Já me frustrei, já chorei, já me arrependi... Já me precipitei e travei tantas vezes que nem sei contar. Já falei antes de pensar e já pensei sem falar... Entretanto já me alegrei e vi coraçõezinhos e o rosto da pessoa amada nas nuvens muitas outras vezes ao som de suspiros e canto de passarinhos imaginários.
Quem ousa amar tem de fazê-lo de peito aberto, sem reservas, assumindo o risco sim!
Não ame querendo amor em troca! Apenas ame e se dedique no fazê-lo!
Amor não é moeda ou investimento, não espere ser amado apenas porque você também ama. Vá amando, se entregando, se abrindo por completo. Quem ama por querer amor em troca, invariavelmente, acaba se frustrando muito, porque confunde amor com carência afetiva, o que definitivamente não é nada bom. Geralmente estas pessoas só conseguem perceber amor com atitudes e devoções iguais as suas próprias e não conseguem sentir o amor dito ou oferecido de uma forma diferente da sua.
Há quem diga que não devemos nos apaixonar, que não se deve dizer “eu te amo!”, não se deve amar com o coração assim tão aberto, que deve se manter uma certa razão e distância segura para não correr o risco da vulnerabilidade, da exposição a um amor não correspondido ou ofendido. Eu discordo! Tal discurso só revela a infantilidade de não conseguir suportar um “não” ou o medo da dor, como aqueles adultos que ainda hoje têm medo de injeção.
Amor só é amor mesmo, quando vivido plena, apaixonada, verdadeira, confiante e libertadoramente; com aquela sensação inconfundível de eternidade de bem. Ele não precisa vir todo de uma só vez, mas pode ser cultivado, tratado, afagado, regado como uma plantinha. Pode começar de um sorriso, de um carinho, de um abraço e ir crescendo lentamente até virar encanto, admiração, poesia, beijo, saudade e aquela vontade irresistível de passar horas e horas com a pessoa amada mesmo que ela tenha outros motivos para viver ou coisas a fazer além de estar com você.
Ame, ame muito! Mas, ame com foco! A única responsabilidade que se deve ter ao amar com tanta intensidade é o compromisso com a verdade, a lealdade e a fidelidade. Procure identificar a diferença entre o amor companheiro e a simples aflição de tesão passageira. Esta é a única hora em que o coração deve obrigatoriamente dar lugar à razão. Quem ama, certamente se entorpece de desejos, sonhos e pensamentos ofegantes. Não é pecado, muito pelo contrário, faz bem, é saudável querer se entregar ao amor, mas ele se plenifica e ganha raízes profundas seguras na alma e se completa somente à medida que damos prioridade e exclusividade a quem se ama.
Aqueles que vivem de tesão e não de amor indubitavelmente tornar-se-ão pessoas amargas e enrijecidas, carcomidas de bichos por dentro e frígidas de alma no futuro. Poderão contabilizar até um grande número de conquistas, coitos, cafajestagens e admiração sexual, mas doloridas e machucadas por dentro de falta de amor genuíno, doado e compartilhado até as últimas conseqüências.
É muito fácil cometer este equívoco, a confusão pode começar de modo muito sutil, mas a fidelidade não é a falta de atração/tentação sexual por outra pessoa além daquela a quem amamos, mas sim a escolha madura, racional e objetiva de amar escolhendo até mesmo orientar nossos desejos mais íntimos em direção a quem amamos.
Não espere também que os amores do passado se repitam ou sejam encontrados e buscados nas novas relações, não permita fantasmas! Viva um amor de cada vez! Não tenha medo ou reservas em se dedicar com exclusividade.
Por outro lado, confie sempre! O coração prega muitas peças em quem tem medo de amar. Um gesto de amor do(a) companheiro(a) pode facilmente ser confundido com desamor ou desafeto. Antes de julgar, aprenda a depositar confiança mesmo que as aparências digam o contrário. O amor tende a se enfraquecer muito quando há desconfianças sejam elas fundadas ou infundadas.
Aos que já encontraram um grande amor, digo que é muito fácil perder a admiração e o ar de fantasia com o tempo... Aquele vulcão da conquista e das descobertas amorosas pode dar lugar a um lago tranqüilo e às vezes até monótono. Mas o amor é o caminho entre o vulcão e o lago mesmo, tanto faz em que direção você queira ir o importante é não parar de andar de mãos dadas. O príncipe às vezes pode virar um sapo e a cinderela voltar pra casa com uma abóbora ao invés da carruagem, mas vai depender do trabalho árduo e dedicado dos dois outrora intensos amantes a conquista e a reconquista diária da fantasia inicial, do vulcão e dos momentos de perder o fôlego. Há coisas muito interessantes tanto no vulcão como no lago, o gostoso não é estar lá ou aqui, o bom e prazeroso é o esforço correspondido para continuar a caminhar juntos. Em outras palavras, não se permita perder a capacidade de se surpreender com a pessoa amada mesmo nas coisas mais corriqueiras e normais!
Encontrar alguém que queira andar de mãos dadas com a gente e queira espontaneamente dar este mesmo amor sem medidas é um presente de Deus a ser valorizado e agradecido todos os dias.
Aos que ainda não encontraram... alguns conselhos: ame primeiro a você, cuide-se, enfeite-se, curta-se, valorize-se, encontre o prazer da auto-suficiência de não precisar de nada além de você mesmo para se sentir uma pessoa amável , aprenda a não ter medo de se amar e investir em projetos pessoais. Em segundo lugar, seja menos exigente com você e principalmente com quem se propõe a amá-lo(a), não existe amante perfeito, nem mesmo você conseguiria sê-lo. Então, não digo que você deva se conformar cegamente com o que conseguiu [ou não] até aqui, como se você não fosse capaz de encontrar algo melhor, mas não inicie sua procura buscando alguém ou um amor à sua altura, pode ser decepcionante. Para falar a verdade, nem procure! Deixe o amor surgir naturalmente! Por fim, não fique medindo ou comparando sensações, não avalie a importância de alguém na sua vida pela sensação que ela lhe causa, mas pelo bem que ela pode provocar. Resumindo... Apenas se abra sem medo ao amor. O resultado da descoberta só vem com o tempo.
Sim!
É um risco!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
O romântico e a moça louca - Por João Azevedo
Com a realidade a permear-lhe o inconsciente do sono, ele estava se acostumando com a luz do quarto, a luz da manhã. Ainda tinha a cabeça no travesseiro pensando no que fizera e no que não fizera na noite passada. Lembrou que esteve com sua namorada num restaurante. E como um baque em sua vida, no corpo e tudo mais que era, lembrou das palavras da namorada, lembrou e vivenciou, pois aquelas palavras o machucavam. Tudo se deu ao final da refeição, depois que passaram uma hora e meia juntos. Ele sentindo-a fria, programada, contida. Distante. Foi então que ela pediu para conversar. Disse a ele que estava estranha, que tinha uns planos e que não conseguia, por mais que tentasse, ele nunca estava neles. "Acho que estou precisando de um tempo", ela disse. Ele deitado na cama, viu o quanto a noite passada não havia sido agradável.
Levantou-se da mesa e saiu. Com lágrimas nos olhos, ela levantou devagar, contida, sendo uma estranha na mesa. E antes de sair e dar as costas para ele, virou e disse: "Desculpe-me". Ele ficou calado lá, olhando no infinito. Então veio o garçom e perguntou para ele se estava tudo bem. Ele se lembrou de que estava num restaurante. Pagou a conta e foi embora.
Levantou da cama e foi ao banheiro. Assim que pôs os olhos no espelho, algum vizinho maldito colocou umas músicas românticas, "eu tenho tanto pra te falar...". Ele chamou o vizinho mentalmente de desgraçado e mais alguns palavrões. Hoje ele não precisava de um vizinho romântico. Poderia ficar em silêncio. Hoje não, hoje é dia do outro ser feliz, assim como você já foi. Ainda se olhando no espelho, lembrou que no dia anterior ficou andando na cidade com as luzes todas acesas e a solidão como companhia. Poderia ter entrado em algum bar, ter enchido a cara de álcool. Mas não, sentou numa praça da cidade e chorou. Como quem não tinha mais chão, vida e ar para respirar. Se afogava nas suas lágrimas. E quando conseguiu voltar um pouco ao normal, com o rosto inchado começou a andar em direção à sua casa.
Lavou o rosto, escovou os dentes. A música do vizinho continuava "eu te amo, eu te amo." Deu uma risada irônica, com raiva, deu um murro no lavatório do banheiro. Foi à cozinha e pegou algo na geladeira para comer. Enquanto enfiava a mão na geladeira lembrou que ligou várias vezes para ela. Que ela atendeu a primeira vez, e não disse nada. E as mesmas palavras da música que tocava ("eu te amo") ele disse para ela, soluçando no próprio choro. Depois ela não mais atendeu. Antes de desligar ela disse: "não dificulte as coisas." E tudo era silêncio do outro lado.
Comeu o que havia dentro da geladeira. E mastigando e pensando, chorava. De vergonha. De raiva. De não poder controlar-se interiormente. Mesmo achando besteira chorar, ele o fazia. Sempre disse que nunca iria chorar por alguém que amasse ou amou. E ali estava a foto, ele na mesa da cozinha chorando. O "nunca" tem um poder forte, e sempre contrário ao que fora dito. Tentou voltar a si, tentando dizer para ele mesmo "Ok, já foi. agora é continuar a caminhar." Mas caminhar sem ela, e os planos que teria que modificar e refazê-los. Continuar a vida e pensar só, sozinho. Pegou o que estava na sua mão e jogou por aí. Disse alguns palavrões e esbravejou contra o vizinho e suas músicas. A felicidade do outro incomoda o próximo.
Levantou e disse que nessa lama não mais ficaria. Iria sofrer, mas tentaria reverter a situação. Alguém há de vir pra mim e que me mereça. Foi em direção do banheiro novamente, iria tomar banho. Quando fechou a porta do banheiro, escutou uma sirene soando forte. Foi até a varanda pra ver se era por ali perto. Pensou que estava pegando fogo em algum lugar, ou no prédio dele meso. Então viu que a ambulância estava ao pé do prédio. Todo um agito e muitos vizinhos. Saiu, imaginando que podia ser com alguém que ele conhecia. Foi ao corredor do seu andar.
Um vizinho disse: "Parece que alguém se matou!" Os dois desceram até o hall do prédio e descobriram que quem se matou foi o homem apaixonado, o do som alto. Quando entendeu que quem morreu era o tal que escutava as músicas românticas, uma moça louca entrara berrando o nome do suicida. Gritava como se fosse fazer o morto falar e andar. Dizia coisas como: "Ele falou que iria fazer isso", "Não era pra ser assim", "Se eu tivesse aguentado mais um pouco".
O discurso da louca foi assim até que alguém a pegou, a levou para dentro de um quarto e a acalmou. Piorou quando retiraram o corpo do rapaz do apartamento. Ela quase arrancou o cabelo todo. O moço de coração partido da nossa história voltou a sua casa e voltou a viver sozinho e refazer seus planos. A sua moça voltou a ligar, mas ele nem deu ouvidos. Seis meses foram suficientes para ele esquecê-la., ou então deixá-la escondida bem no fundo do inconsciente, na sua caixa preta. Pôs o monstro pra dormir. O que nos é importante e nos preocupa é a moça louca que deixou o rapaz e o fez se matar. É ela que dará mais uma história. Mas deixe-a pra lá, sabemos que muita terapia será feita, o trauma já ficou. A moça louca fica pra próxima história. Pra esta história fica o saber que a tristeza de uns é igual, mas são poucos os que suportam.
Levantou-se da mesa e saiu. Com lágrimas nos olhos, ela levantou devagar, contida, sendo uma estranha na mesa. E antes de sair e dar as costas para ele, virou e disse: "Desculpe-me". Ele ficou calado lá, olhando no infinito. Então veio o garçom e perguntou para ele se estava tudo bem. Ele se lembrou de que estava num restaurante. Pagou a conta e foi embora.
Levantou da cama e foi ao banheiro. Assim que pôs os olhos no espelho, algum vizinho maldito colocou umas músicas românticas, "eu tenho tanto pra te falar...". Ele chamou o vizinho mentalmente de desgraçado e mais alguns palavrões. Hoje ele não precisava de um vizinho romântico. Poderia ficar em silêncio. Hoje não, hoje é dia do outro ser feliz, assim como você já foi. Ainda se olhando no espelho, lembrou que no dia anterior ficou andando na cidade com as luzes todas acesas e a solidão como companhia. Poderia ter entrado em algum bar, ter enchido a cara de álcool. Mas não, sentou numa praça da cidade e chorou. Como quem não tinha mais chão, vida e ar para respirar. Se afogava nas suas lágrimas. E quando conseguiu voltar um pouco ao normal, com o rosto inchado começou a andar em direção à sua casa.
Lavou o rosto, escovou os dentes. A música do vizinho continuava "eu te amo, eu te amo." Deu uma risada irônica, com raiva, deu um murro no lavatório do banheiro. Foi à cozinha e pegou algo na geladeira para comer. Enquanto enfiava a mão na geladeira lembrou que ligou várias vezes para ela. Que ela atendeu a primeira vez, e não disse nada. E as mesmas palavras da música que tocava ("eu te amo") ele disse para ela, soluçando no próprio choro. Depois ela não mais atendeu. Antes de desligar ela disse: "não dificulte as coisas." E tudo era silêncio do outro lado.
Comeu o que havia dentro da geladeira. E mastigando e pensando, chorava. De vergonha. De raiva. De não poder controlar-se interiormente. Mesmo achando besteira chorar, ele o fazia. Sempre disse que nunca iria chorar por alguém que amasse ou amou. E ali estava a foto, ele na mesa da cozinha chorando. O "nunca" tem um poder forte, e sempre contrário ao que fora dito. Tentou voltar a si, tentando dizer para ele mesmo "Ok, já foi. agora é continuar a caminhar." Mas caminhar sem ela, e os planos que teria que modificar e refazê-los. Continuar a vida e pensar só, sozinho. Pegou o que estava na sua mão e jogou por aí. Disse alguns palavrões e esbravejou contra o vizinho e suas músicas. A felicidade do outro incomoda o próximo.
Levantou e disse que nessa lama não mais ficaria. Iria sofrer, mas tentaria reverter a situação. Alguém há de vir pra mim e que me mereça. Foi em direção do banheiro novamente, iria tomar banho. Quando fechou a porta do banheiro, escutou uma sirene soando forte. Foi até a varanda pra ver se era por ali perto. Pensou que estava pegando fogo em algum lugar, ou no prédio dele meso. Então viu que a ambulância estava ao pé do prédio. Todo um agito e muitos vizinhos. Saiu, imaginando que podia ser com alguém que ele conhecia. Foi ao corredor do seu andar.
Um vizinho disse: "Parece que alguém se matou!" Os dois desceram até o hall do prédio e descobriram que quem se matou foi o homem apaixonado, o do som alto. Quando entendeu que quem morreu era o tal que escutava as músicas românticas, uma moça louca entrara berrando o nome do suicida. Gritava como se fosse fazer o morto falar e andar. Dizia coisas como: "Ele falou que iria fazer isso", "Não era pra ser assim", "Se eu tivesse aguentado mais um pouco".
O discurso da louca foi assim até que alguém a pegou, a levou para dentro de um quarto e a acalmou. Piorou quando retiraram o corpo do rapaz do apartamento. Ela quase arrancou o cabelo todo. O moço de coração partido da nossa história voltou a sua casa e voltou a viver sozinho e refazer seus planos. A sua moça voltou a ligar, mas ele nem deu ouvidos. Seis meses foram suficientes para ele esquecê-la., ou então deixá-la escondida bem no fundo do inconsciente, na sua caixa preta. Pôs o monstro pra dormir. O que nos é importante e nos preocupa é a moça louca que deixou o rapaz e o fez se matar. É ela que dará mais uma história. Mas deixe-a pra lá, sabemos que muita terapia será feita, o trauma já ficou. A moça louca fica pra próxima história. Pra esta história fica o saber que a tristeza de uns é igual, mas são poucos os que suportam.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Amor...
É a sensação do primeiro olhar, apaixonado...
Quando se está apaixonado tudo faz mais sentido.
A ansiedade de encontrar a pessoa amada. A respiração fica mais forte, ofegante...o coração acelerado, um friozinho na barriga, as mãos tremendo e suando velozmente...
Passa-se o dia inteiro contando os minutos para se encontrarem, e parece que a hora não passa. Mas quando estão juntos, cada minuto é eterno e ao mesmo tempo tão curto...
É maravilhoso sentir os primeiros sintomas do Amor.
Mas Amor de verdade é algo que se constroi.
A convivência, o dia a dia exige de nós provas verdadeiras de Amor.
O que ouvimos por aí são versos feitos de uma amor rotulado.
Não é esse amor que eu quero falar.
Amor, verdadeiramente, é estar ao lado nos momentos bons, mas também nos momentos ruins.
Amor é respeito, e respeito em todos os sentidos. É querer estar próximo mas é querer, principalmente, que a pessoa amada esteja feliz, mesmo que seja longe.
Amar é saber respeitar a individualidade um do outro.
Quando se ama se aprende a dividir. O Amor nos ensina a ceder e a aceitar mesmo sem querer.
Amor é carinho, afeto, companheirismo, compreensão...perdão.
E a afinidade entre o casal depende de tudo isso.
Eu não sei o segredo nem a formula do amor, mas sei que esses são os primeiros passos para um relacionamento ser e repleto de alegrias.
Eu não sei o segredo nem a formula do amor, mas sei que esses são os primeiros passos para um relacionamento ser e repleto de alegrias.
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